
Num mundo como o nosso, marcado pelo individualismo, anonimato, competição, globalização e lógicas
de exclusão, onde o ser humano torna-se um simples número, a existência uma
grande corrida, a vida sufocante, as relações funcionais (a pessoa vale só pelo
que faz) e onde há uma sempre maior
concentração de pessoas, sem que isso signifique encontro de pessoas (de fato
muitos estão perto fisicamente, mas não se conhecem)
os jovens missionários scalabrinianos
tentam criar grupos onde
em nível interno aconteça:
em nível interno aconteça:
a saída de si mesmos,
a acolhida,
o encontro profundo,
a valorização das pessoas,
a comunhão a partir das diferenças e não apesar das
diferenças,
o diálogo,
a unidade na diversidade,
a solidariedade entre os jovens,
a valorização do aspecto peculiar e cultural de cada
um como algo que tem que ser partilhado...
em
nível externo aconteça:
a abertura aos outros,
a abertura ao mundo,
a abertura a Deus,
o diálogo com o diferente,
o serviço a Deus nos homens,
o testemunho do respeito
recíproco,
o anúncio de um mundo sem
fronteiras,
a denúncia do escândalo da
exclusão e discriminação...
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